terça-feira, 20 de novembro de 2007

" Os Impactos da Tecnologia no Rádio"


A partir do final do século XIX, novas tecnologias trouxeram mudanças evidentes tanto para o radiojornalista quanto para o ouvinte. Desde a década de 80, os estúdios de rádio contam com novos equipamentos que vieram facilitar o funcionamento da emissora. Capazes de gravar, armazenar, manipular e executar o material de áudio na forma digital, os computadores passaram a oferecer excelente qualidade sonora, bem como facilitar a edição e o acesso imediato a qualquer parte do programa. Quanto ao modo de transmissão das informações, muitos instrumentos surgiram para facilitar o trabalho profissional e agilizar seu desempenho. Hoje, o processo de gravação digital está muito mais rápido. Um novo sistema de armazenamento é a chamada memória USB Flash Drive, também designado como Pen Drive. Trata-se de um dispositivo de armazenamento digital constituído por uma memória flash e permite uma conexão através de uma porta USB de um computador. Um Pen Drive é capaz de armazenar qualquer tipo de arquivo e facilita a troca de informações entre os usuários.
Tâmara Lis

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Gustavo Villas Boas

Caderno de informática_folhas de s.Paulo, 07/11/2007.
Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica para o mercado brasileiro.O recheio para tantas máquinas saindo da fábrica pode ficar mais barato que salsicha de graça. Isso sem abrir mão de qualidade e de variedade: de programas de escritório a ferramentas de segurança,passando por utilitários, são muitos os títulos de softwares prontos para serem baixados na internet .E sem pirataria.O famoso download pode ser feito em depósitos populares, nos quais a avaliação de outros usuários ajuda a encontrar o programa q você procura.E até quem não sabe direito o que quer pode sair feliz desses armazéns.Os filtros (por tipo de licença, relevância,sistema etc.) são fáceis de utilizar.
Organização

Só que baixar os programas da internet para seu micro demanda tempo. Para garantir que cada segundo conectado seja bem utilizado, o usuário pode se valer de um gerenciador de download. Tais programas prometem acelerar a transferência, ajudam na organização, fazem serviços agendados e muito importantes continuam a baixar arquivos cujo processo de recebimento tenha sido interrompido de forma anormal. Nada de ameaças.
Crie pastas para receber os arquivos da internet

Crie uma pasta dedicada a receber os programas por download. Dessa forma, é mais fácil encontrar onde estão os arquivos de instalação baixados ou gravar download importantes em uma mídia externa. Sempre crie pastas para arquivos diferentes música, imagens, programas etc.
Softwares fazem busca rápida no disco

O Copernic Desktop Search (www.copernic.com) cria uma barra de acesso no desktop que encontra arquivos mais rapidamente do que a pesquisa do Windows. A busca pode ser feita por tipo de documento -mesmo emails do Outlook e Thunderbird, entre outros clientes- nas. opções expandidas. O programa foi eleito um dos melhores produtos do ano pela “PC Word” em 2005. No site, ainda há a versão de teste de um soft que permite fazer busca no PC usando um celular. O Google possui um buscador com funções semelhantes às do Copernic para desktop (desktop.google.comlpt/BR).
Softwares eficientes

Gerenciador de download, programas que prometem acelerar a transferência, ajuda na organização, fazem serviços agendados é muito importante continuam a baixar arquivos cujo processo de recebimento tenha sido interrompido de forma anormal. Nada de tempo perdido.
Gerenciadores tornam atividade mais produtiva

Existem bons programas para facilitar o download. Alem de organizadores dos arquivos copiados da internet, eles aceleram a transferência. Esses softwares também conseguem retornar uma transmissão interrompida por desligamento da maquina por erro do usuário. Dessa forma, aquilo que já foi feitos pela Folha em dois desses aceleradores, programas foram baixados de formas mais rápida que o usual. O Free Download Manager (www.freedownloadmanager.org), em código aberto, além da aceleração, também baixa vídeos em Flash (o formato do YouTube) e faz conversão de formatos.
Pacote para escritório cria arquivo PDF

Não ocupa muito espaço nem exige muita memória de seu computador. Criar um arquivo PDF no BrOffice é fácil. Basta clicar em um ícone, que fica embaixo dos menus, com o símbolo do formato e salvar o documento como se faz normalmente. Usuários avançados podem instalar extensões (extensions.services.openoffice.org). Por exemplo, uma que integra o editor de texto a blogs, para a criação de posts com os recursos do Writer.
Programas caros, como os editores de imagens, podem ser substituidos
É cada vez mais comum o desenvolvimento de freewares poderosos e complexos. As
ferramentas para a manipulação de imagens, como o Gimp (gimp.org). Com vários recursos avançados e mais de cem plugins disponíveis, é uma boa alternativa ao Adobe Photo-Shop. Entre os editores de gráficos vetoriais, que buscam substituir o Adobe Ilustrador, destaca-se o Inkscape (inkscape.org). Animações em 2D com imagens vetoriais podem ser criadas com o Synfig (synfig.org). O blender (blender.org) é uma das mais conceituadas e completas soluções para trabalhos com gáficos tridimencionais. O editor de imagens Paint.NET (http://www.getpaint.net/) foi eleito um dos cem melhores produtos deste ano pela “PC World”. O programa possui recursos de camadas. Mas o mais impressionante é o histórico de ferramentas usadas. Ele promete guardar todas as ações feitas durante o processo de edição, as ações ficam separadas por ícones que representam as ferramentas. Dessa forma, o Undo permite voltar atrás em todas as ações tomadas pelo usuário. Bem mais simples, o IrfanView (http://www.irfanview.com/) serve para visualizar imagens. Ele realiza edições básicas como mudar o tamanho ou rotacionar uma foto e possui alguns efeitos sofisticados.
Softwares de proteção estão entre os mais populares e necessários

Encher o disco rígido de presentes gratuitos da internet pode sempre resultar em uma surpresa desagradável. Por isso, é importante ter sempre um antivírus, um anti-spyware e um firewall atualizados, Procure baixar programas de fontes conhecidas e com credibilidade. A Grisoft (free.grisoft.com) possui um dos antivírus gratuitos mais populares, o AVG o programa mais baixado no site Download.com. Outro antivírus gratuito bastante utilizado é o Avast Home Edition (http://www.avast.com/). No Download.com está outro programa de proteção. O anti-spyware gratuito Ad-Aware 2007 (www.lavasoftusa.com/products/ad_aware_free.phd), que, tem uma avaliação de quatro de cinco dos usuários. O Spybot – Search & Destroy (www.safer-networking.org/pt) também é uma boa opção de anti-spyware para usuário doméstico. A Zone Alarm (http://www.zonealarm.com/) possui um popular firewall gratuito.
BitTorrent é opção para compartilhar arquivos na rede.

Um dos meios mais populares e eficientes de conseguir conteúdo gratuito na internet é o BitTorrent, um protocolo utilizado para compartilhamento de arquivos ponto a ponto. Nele, o arquivo a ser distribuído é dividido em pequenas partes. Assim que uma delas é baixada para o seu computador, ela já se torna disponível para que outros façam o mesmo. Isso acelera a velocidade dos Downloads, pois não é necessário ter o arquivo inteiro para compartilhá-lo. Para fazer os Downloads, é necessário instalar um programa cliente, como uTorrent, (Windows; utorrent.com), Transmission (Mac e Linux, entre outros; transmission.m0k.org), Azureus (Windows, Mac, Linux; azureus.sourceforge.net). Alguns browsers, como opera (opera.com), são compatíveis com BitTorrent. Após instalar o cliente, configure-o de acordo com a conexão. No uTorrent, basta acessar o menu Options e selecionar Speed Guide. Em connection Type, selecione a velocidade de sua conexão, e o programa fará uma configuração automática. Sites úteis para achar conteúdo para download são btjunkie.org, isohunt.com, mininova.org, torrentspy.com e torrentz.c

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Identificando Remediações e Rupturas no Uso de Bancos de DAdos no Jornalismo Digital.

Suzana Barbosa

“O texto baseia-se na consolidação da internet como uma nova tecnologia e prática social”.
Essa consolidação caracteriza-se como um ambiente e sistema de informação, comunicação e ação utilizada pelos diversos sub-sistemas sociais, como exemplo o midiático que é uma modalidade diferenciada do jornalismo a parti das redes.
O jornalismo digital vem evoluindo muito e tem seu desenvolvimento marcado por três fases: webjornalismos de primeira, de segunda e de terceira geração. No webjornalismo de primeira geração, os produtos oferecidos são transposições parciais ou totais do conteúdo de jornais impressos. Os produtos de segunda geração, “atrelados” ao modelo do jornal impresso, começam a ocorrer experiências na tentativa de explorar as características especificas oferecida pela rede e já com os produtos de terceira geração, o cenário começa a modificar-se devido ao surgimento de iniciativas que exploram a idéia de uma versão para a web de um jornal impresso já existente.
Portanto esse texto visa explorar alguns pontos sobre o uso do banco de dados no jornalismo digital.
“A remediação tem seu conceito como adequado para analisar sobre os bancos de dados, que pode ter seu emprego melhorado e ampliado em função dos desenvolvimentos tecnológicos”.
Para alguns autores, as inovações trazidas pelas novas mídias, cuja sua característica definidora é a matriz digital e ao contrario, as novas mídias remediam, ou seja, melhoram seus prodecessores em um todo. (jornal, revista, rádio, telefone, etc.).
“As perspectivas de mudanças ou rupturas se dão em relação à construção das narrativas, concepção de produto e uso do arquivo”.
As rupturas estariam quebrando um certo padrão até então utilizado, as quais são proporcionadas por um grau elevado da potencializarão do uso de uma determinada característica dentre as distintivas do jornalismo digital (hipertextualidade, multimidialidade, interatividade, personalização, memória e atualização continua/instantaneidade).
Em 2003 Antônio Figaldo faz uma argumentação, ele diz que os produtos jornalísticos digitais assentados em bases de dados distinguem-se entres os demais online por não terem edições fixas, ocorre pelo fato de uma edição ser apenas uma configuração possível gerada pela base de dados. Ao fazer essa afirmação Fidalgo estabelece a distinção entre um jornal online feito apenas em HTML e um que use base de dados. Ele ainda cita a mudança no procedimento do jornalista com relação à incorporação de rotinas descentralizadas, ao acréscimo ilimitado de temáticas abrangidas e à manutenção dos arquivos. Acredita-se que o primeiro passo para construir uma estética própria para as organizações jornalísticas, além da compreensão por parte das próprias organizações, deve-se também os profissionais jornalistas ampliarem o seu entendimento e capacidade cognitiva sobre o potencial dos bancos de dados, pois o desempenho das suas funções irá requerer tais conhecimentos.
No âmbito das narrativas devam-se considerar as poéticas da imersão trabalhadas por Marrie-Laure Ryan, pois nos ajudam a compreender e a estimular o posicionamento do usuario diante das publicações jornalísticas digitais. As técnicas narrativas, em geral, são avaliadas em termos das habilidades que possuem para promover os tipos de imersão.
Gêneros ou gêneros de discurso são dispositivos de comunicação. Deve-se ter claro que lês só podem aparecer quando certas condições sócio-históricas estão presentes, ou seja, o aparecimento dos gêneros em todas as esferas da atividade social estará diretamente condicionado a determinadas condições históricas. Os gêneros de discurso têm um caráter historicamente variável. Para José Álvares Marcos (2003), o processo de acomodação de gêneros e o surgimento de novas formas vivem na internet um momento de ápice. Um outro modo é o de fotografia, vem sido usada em diversas publicações digitais que nos permite percebe remediações e, talvez, pistas para algumas rupturas.
Sobre os infograficos, alguns pesquisadores os apontam mesmo como um novo gênero jornalístico no jornalismo digital. Irá se constituir um gênero desde que se apresente como única informação disponível, com linguagem própria, seja desenvolvida mediante unidade elementais icônicas (estáticas ou dinâmicas) com o apoio de diversas unidades tipográficas e/ou sonoras, normalmente verbais, e que seja unidade integra de informação. Com esse modo, nos facilita a compreensão dos acontecimentos, ações ou coisas da atualidade que se relatam ou alguns de seus aspectos mais significativos, acompanhando ou substituindo o texto informativo.
Com o formato voltado para o jornalismo digital, o banco de dados tem como uma de suas funções justamente a de memória dos conteúdos publicados. Acredita-se que as formas de armazenamento e recuperação dos arquivos na internet, principalmente se tratando de sites jornalísticos, devem manter uma síntese de utilização semelhante à que é utilizada em outras estruturas presentes no dia-a-dia, assim sendo a absorção tecnológica mais natural.

Tradução: COMO NÓS PODEMOS PENSAR por VANNEVAR BUSH A REVISTA MENSAL ATLANTIC, JULHO 1945

Este artigo foi publicado originalmente na introdução de julho 1945 da revista mensal de Atlântico. É reproduzido aqui com sua permissão. A versão eletrônica foi preparada por Denys Duchier, abril 1994. Por favor comentários e correções do email a dduchier@csi.uottawa.ca. Como o diretor do escritório da pesquisa e do desenvolvimento científicos, o Dr. Vannevar Bush coordenou as atividades de uns seis mil cientistas americanos conduzindo na aplicação da ciência à guerra. Neste artigo significativo mantem levantado um incentive para cientistas quando a luta cessou. Incita que os homens da ciência devem então girar para a tarefa maciça de fazer mais acessível nossa loja bewildering do conhecimento. Por muitos anos as invenções estenderam poders físicos do homem melhor que os poders de sua mente. Tropece os martelos que multiplicam os punhos, os microscópios que sharpen o olho, e os motores da destruição e da deteção são resultados novos, mas os resultados de fim, da ciência moderna. Agora, diz o Dr. Bush, instrumentos estão na mão a que, se tornado corretamente, dará o acesso do homem e o excesso do comando o conhecimento herdado das idades. A perfeição destes instrumentos pacíficos deve ser o primeiro objetivo de nossos cientistas enquanto emergem de seu trabalho da guerra. Como um endereço famoso de Emerson de 1837 `` no scholar americano, '' que este papel pelo Dr. Bush chama para um relacionamento novo entre o homem pensando e a soma de nosso conhecimento. - O Editor Esta não foi guerra de um cientista; foi uma guerra em que todos tiveram uma peça. Os cientistas, enterrando sua competição profissional velha na demanda de uma causa comum, compartilharam extremamente e aprenderam muito. Exhilarating para trabalhar na parceria eficaz. Agora, para muitos, isto parece aproximar uma extremidade. Que são os cientistas a fazer em seguida? Para os biólogos, e particularmente para os cientistas médicos, pode haver pouco indecision, porque seu trabalho da guerra requereu-os mal deixar os trajetos velhos. Muitos certamente puderam continuar sua pesquisa da guerra em seus laboratórios pacíficos familiares. Seus objetivos remanescem muitos mesmos. É os físicos que foram jogados o mais violentamente fora do stride, que deixou perseguições academic para fazer de dispositivos destrutivos estranhos, que teve que planejar métodos novos para suas atribuições unanticipated. Fizeram sua parte nos dispositivos que fizeram possível girar para trás o inimigo. Trabalharam no esforço combinado com os físicos de nossos aliados. Têm o feltro dentro dse agitar da realização. Foram parte de uma equipe grande. Agora, enquanto a paz se aproxima, se pergunta onde encontrarão objetivos dignos do seu mais melhor. 1 De que benefício durável foi o uso do homem da ciência e dos instrumentos novos que sua pesquisa trouxe na existência? Primeiramente, aumentaram seu controle de seu ambiente material. Melhoraram seu alimento, sua roupa, seu abrigo; aumentaram sua segurança e liberaram-no em parte do bondage da existência desencapada. Deram-no aumentaram o conhecimento de seus próprios processos biológicos de modo que tivesse uma liberdade progressiva da doença e uma extensão de vida aumentada. Estão iluminando as interações de suas funções physiological e psicológicas, dando a promessa de uma saúde mental melhorada. A ciência forneceu a comunicação a mais rápida entre indivíduos; forneceu um registro das idéias e permitiu o homem de manipular e fazer extratos desse registro de modo que o conhecimento evoluísse e resistisse durante todo a vida de uma raça melhor que aquela de um indivíduo. Há uma montanha crescente da pesquisa. Mas há uma evidência aumentada que nós estamos sendo pena bogged hoje porque o specialization estende. O investigator é desconcertado pelos findings e pelas conclusões dos milhares de outros trabalhadores - as conclusões que não pode encontrar a hora de agarrar, menos para recordar muito, porque aparecem. Contudo o specialization torna-se cada vez mais necessário para o progresso, e o esforço construir uma ponte sobre entre disciplinas é correspondingly superficial. Profissionalmente nossos métodos de transmitir e de rever os resultados da pesquisa são gerações velhas e perto são agora totalmente inadequados para sua finalidade. Se o tempo agregado gastado em trabalhos scholarly da escrita e na leitura poderiam ser avaliados, a relação entre estas quantidades de tempo pôde jorrar startling. Aqueles que tentam conscienciosa se manter lado a lado do pensamento atual, uniforme em campos restritos, pela leitura próxima e contínua puderam jorrar tímido afastado de uma examinação calculada para mostrar quanto dos esforços do mês precedente poderia ser produzido na chamada. O conceito de Mendel das leis dos genetics foi perdido ao mundo para uma geração porque sua publicação não alcançou o poucos que eram capazes de a agarrar e de estender; e esta sorte do catastrophe está sendo repetida indubitàvelmente toda sobre nós, enquanto as realizações verdadeiramente significativas se tornam perdidas na massa do inconsequential. A dificuldade parece ser, não assim muito que nós publicamos impropriamente na vista da extensão e da variedade dos interesses present-day, mas rather que a publicação foi distante estendido além de nossa abilidade atual de fazer o uso real do registro. A soma da experiência humana está sendo expandida em uma taxa prodigious, e os meios que nós nos usamos enfiando através do maze conseqüente ao artigo momentaneamente importante somos os mesmos que foi usado nos dias de navios quadrado-equipados. Mas há uns sinais de uma mudança porque os instrumentalities novos e poderosos vêm no uso. Fotocélulas capazes de ver coisas em um sentido físico, fotografia avançada que pode gravar o que é visto ou uniforme o que não é, tubos thermionic capazes de controlar forças potent sob a orientação de menos poder do que usos de um mosquito vibrar suas asas, tubos de raio de cátodo rendendo visíveis um sumário que pela comparação um o microssegundo seja uma estadia longa, combinações da ocorrência assim do relé que realizarão seqüências involvidas dos movimentos mais confiantemente do que alguns operador humano e mil das épocas tão rapidamente - há uma abundância dos dae (dispositivo automático de entrada) mecânicos com que para efetuar uma transformação em registros científicos. Dois séculos há Leibnitz inventou uma máquina calculadora que embodied a maioria das características essenciais de dispositivos recentes do teclado, mas não poderia então vir no uso. A economia da situação estava de encontro a ela: o trabalho envolvido em construi-la, antes dos dias da produção maciça, excedeu o trabalho a ser conservado por seu uso, desde que todos que poderia realizar poderiam ser duplicados pelo uso suficiente do lápis e do papel. Além disso, seria sujeito à avaria freqüente, de modo que não pudesse ter sido dependido upon; por nesse tempo e long após, a complexidade e o unreliability era synonymous. Babbage, uniforme com sustentação notàvelmente generosa por seu tempo, não podia produzir sua máquina aritmética grande. Sua idéia era sadia bastante, mas os custos da construção e de manutenção eram então demasiado pesados. Um pharaoh tinha sido dado projetos detalhados e explícitos de um automóvel, e teve-o compreendeu-os completamente, taxed os recursos de seu reino para ter formado os milhares das peças para um único carro, e esse carro quebraria para baixo no primeiro desengate a Giza. As máquinas com peças permutáveis podem agora ser construídas com economia grande do esforço. Apesar de muita complexidade, executam confiantemente. Testemunhe a máquina de escrever humble, ou a câmera do filme, ou o automóvel. Os contatos elétricos cessaram de furar quando compreendidos completamente. Anote a central automática, que tem cem dos milhares de tais contatos, no entanto seja de confiança. Uma correia fotorreceptora de aranha do metal, selada em um recipiente de vidro fino, de um fio aquecido ao fulgor brilhante, no short, do tubo thermionic dos jogos de rádio, é feita pelo cem milhões, lançado aproximadamente nos pacotes, plugged nos soquetes - e trabalha! Suas peças do gossamer, a posição precisa e o alinhamento envolvidos em sua construção, ocupariam um artesão mestre do guild por meses; é construído agora para trinta centavos. O mundo chegou em uma idade de dispositivos complexos baratos da confiabilidade grande; e algo é limitado vir dele. 2 Um registro, se dever ser útil à ciência, deve ser continuamente prolongado, ele deve ser armazenado, e sobretudo deve ser consultado. Hoje nós fazemos um registro convencionalmente pela escrita e pela fotografia, seguidas imprimindo; mas nós gravamos também na película, em discos da cera, e em fios magnéticos. Mesmo se os procedimentos totalmente novos da gravação não aparecem, estes atuais estão certamente no processo da modificação e da extensão. Certamente o progresso na fotografia não está indo parar. Um material e umas lentes mais rápidos, umas câmeras mais automáticas, compostos sensíveis fino-finer-grained para permitir uma extensão da idéia do minicamera, são todos imminent. Deixe-nos projetar esta tendência adiante a um lógico, if.not inevitável, resultado. O hound da câmera do futuro desgasta em sua testa uma protuberância um pouco maior do que uma noz. Faz exame de retratos que 3 milímetros esquadram, para ser projetados ou ampliado mais tarde, que após todo envolve somente um fator de 10 além da prática atual. A lente é do foco universal, para baixo a toda a distância acomodada pelo unaided o olho, simplesmente porque é do comprimento focal curto. Há uma fotocélula interna na noz tal como nós tem agora ao menos em uma câmera, que ajusta automaticamente a exposição para uma escala larga da iluminação. Há película na noz para cem exposições, e a mola para operar seu obturador e deslocar sua película é ferido uma vez para tudo quando o grampo da película é introduzido. Produz seu resultado na cor cheia. Pode jorrar seja stereoscopic, e registro com os olhos de vidro espaçados, porque as melhorias impressionantes na técnica stereoscopic são justas em torno do canto. O cabo que tropeça seu obturador pode alcançar abaixo a luva de um homem dentro do alcance fácil de seus dedos. Um aperto rápido, e o retrato são feitos exame. Em um par de vidros ordinários está um quadrado de linhas finas perto do alto de uma lente, onde é afastado da visão ordinária. Quando um objeto parecer que o quadrado, ele está alinhado acima para seu retrato. Enquanto o cientista do futuro se move sobre o laboratório ou o campo, cada vez que olha algo digno do registro, tropeça o obturador e nele vai, sem uniforme um clique audível. É este toda fantástico? A única coisa fantástica sobre ela é a idéia de fazer tantos como retratos como resultaria de seu uso. Haverá uma fotografia seca? Está já aqui em dois formulários. Quando Brady fêz seus retratos da guerra civil, a placa teve que estar molhada na altura da exposição. Agora tem que estar molhada durante o desenvolvimento preferivelmente. No futuro talvez não necessita ser molhada em tudo. Tem havido por muito tempo películas impregnadas com as tinturas diazo que dão forma a um retrato sem desenvolvimento, de modo que sejam já lá assim que a câmera for operada. Uma exposição ao gás da amônia destrói a tintura unexposed, e o retrato pode então ser removido na luz e ser examinado. O processo é agora lento, mas alguém pode apressá-lo acima, e não manda nenhuma dificuldade da grão tal como agora manter investigadores fotográficos ocupados. Frequentemente seria vantajoso poder agarrar a câmera e olhar imediatamente o retrato. Um outro processo agora no uso é também lento, e mais ou mais menos desajeitado. Por cinqüênta anos os papéis impregnados foram usados que giram a obscuridade em cada ponto onde um contato elétrico toca n, pela razão da mudança química produzida assim em um composto do iodo incluído no papel. Foram usados fazer um registro, porque um ponteiro que move-se através deles pode sair de uma fuga atrás. Se o potencial elétrico no ponteiro for variado enquanto se move, a linha transforma-se clara ou obscuridade de acordo com o potencial. Este esquema é usado agora na transmissão de fac-símile. O ponteiro extrai um jogo de linhas pròxima espaçadas através da de papel após outra. Enquanto se move, seu potencial está variado de acordo com fios excedentes recebidos uma corrente variando de uma estação distante, onde estas variações sejam produzidas por uma fotocélula que esteja fazendo a varredura similarmente de um retrato. Em cada instante a escuridão da linha que está sendo extraída é feita igual à escuridão do ponto no retrato que está sendo observado pela fotocélula. Assim, quando o retrato inteiro foi coberto, um replica aparece na extremidade de recepção. Uma cena própria pode ser também linha excedente olhada justa pela linha pela fotocélula nesta maneira como pode uma fotografia da cena. Este instrumento inteiro constitui uma câmera, com a característica adicionada, que pode ser dispensado com se desejado, de fazer seu retrato em uma distância. É lento, e o retrato é pobre em detalhe. Ainda, dá um outro processo da fotografia seca, em que o retrato é terminado assim que for feito exame. Seria um homem bravo que poderia predizer que tal processo remanescerá sempre desajeitado, lento, e defeituoso em detalhe. O equipamento da televisão transmite hoje dezesseis imagens razoavelmente boas um o segundo, e envolve somente duas diferenças essenciais do processo descrito acima. Para um, é feito um registro por um feixe movente dos elétrons melhor que por um ponteiro movente, para a razão que um feixe de elétron pode varrer através do retrato muito ràpidamente certamente. A outra diferença envolve meramente o uso de uma tela que incandesça momentaneamente em que a batida dos elétrons, melhor que um papel ou uma película quimicamente tratada que sejam alterados permanentemente. Esta velocidade é necessária na televisão, porque os retratos melhor que os destiladores de movimento são o objeto. Use a película quimicamente tratada no lugar da tela incandescendo, permita que o instrumento transmitam um retrato melhor que uma sucessão, e uma câmera rápida para resultados secos da fotografia. A película tratada necessita ser distante mais rápida na ação do que os exemplos atuais, mas provavelmente poderia ser. Mais séria é a objeção que este esquema envolveria pôr a película dentro de uma câmara do vácuo, porque os feixes de elétron comportam-se normalmente somente em um ambiente tão rarefied. Esta dificuldade poderia ser evitada permitindo o feixe de elétron jogue em um lado de uma divisória, e pressionando a película de encontro ao outro lado, se esta divisória devesse como permitir os elétrons atravessem a perpendicular a sua superfície, e impeça que espalhem para fora lateralmente. Tais divisórias, no formulário cru, poderiam certamente ser construídas, e manterão levantado mal o desenvolvimento geral. Como a fotografia seca, o microphotography tem ainda o uma grande distância a percorrer. O esquema básico de reduzir o tamanho do registro, e de examiná-lo pela projeção melhor que diretamente, tem as possibilidades demasiado grandes ser ignorado. A combinação da projeção ótica e da redução fotográfica está produzindo já alguns resultados no microfilme para finalidades scholarly, e os potentialities são altamente suggestive. Hoje, com microfilme, as reduções por um fator linear de 20 podem ser empregadas e ainda produzido a claridade cheia quando o material re-é ampliado para a examinação. Os limites são ajustados pela granulosidade da película, pelo excellence do sistema ótico, e pela eficiência das fontes claras empregadas. Toda a estes está melhorando ràpidamente. Suponha uma relação linear de 100 para o uso futuro. Considere a película da mesma espessura que o papel, embora uma película mais fina seja certamente usable. Mesmo sob estas circunstâncias haveria um fator total de 10.000 entre o volume do registro ordinário em livros, e seu replica do microfilme. O Encyclopoedia Britannica podia ser reduzido ao volume de um matchbox. Uma biblioteca de milhão volumes podia ser comprimida em uma extremidade de uma mesa. Se a raça humana produzir desde que a invenção do tipo móvel um registro total, no formulário dos compartimentos, jornais, livros, intervalos, anunciando blurbs, correspondência, tendo um volume corresponder a bilhão livros, o caso inteiro, montado e comprimido, poderia ser arrastada fora em uma camionete movente. A mera compressão, naturalmente, não é bastante; um necessita não somente fazer um registro e armazenar mas também poder consultá-lo, e este aspecto da matéria vem mais tarde. Mesmo a biblioteca grande moderna não é consultada geralmente; é mordiscada por alguns. A compressão é importante, entretanto, quando vem aos custos. O material para o microfilme Britannica custaria niquelar, e poderia ser enviado em qualquer lugar para um centavo. Que custaria para imprimir milhão cópias? Para imprimir uma folha de jornal, em uma edição grande, custos uma fração pequena de um centavo. O material inteiro do Britannica no formulário reduzido do microfilme iria em uma folha oito e um meio por onze polegadas. Uma vez que está disponível, com os métodos fotográficos do futuro, duplicatas da reprodução em quantidades grandes poderia provavelmente ser girado para fora para um centavo cada além do custo dos materiais. A preparação da cópia original? Isso introduz o aspecto seguinte do assunto. 3 Para fazer um registro, nós agora empurramos um lápis ou batemos uma máquina de escrever. Vem então o processo da digestão e da correção, seguido por um processo intricado de typesetting, de imprimir, e de distribuição. Para considerar o primeiro estágio do procedimento, o autor do futuro cessará de escrever pela mão ou pela máquina de escrever e falará diretamente ao registro? assim indiretamente, falando a um stenographer ou a um cilindro da cera; mas os elementos são todo o presente se desejar mandar sua conversa diretamente produzir um registro datilografado. Tudo que necessita fazer deve fazer exame da vantagem de mecanismos existentes e alterar sua língua. Em um mundo recente justo uma máquina chamada um Voder foi mostrada. Uma menina afagou suas chaves e emitiu-se o discurso recognizable. Nenhum cabo vocal humano entrou no procedimento em algum ponto; as chaves combinaram simplesmente algumas vibrações eletricamente produzidas e passaram estes sobre a um loud-speaker. Nos laboratórios de Bell há o inverso desta máquina, chamado um Vocoder. O loudspeaker é substituído por um microfone, que escolha acima o som. Fale-lhe, e as chaves correspondentes movem-se. Este pode ser um elemento do sistema postulado. O outro elemento é encontrado no stenotype, esse dispositivo um tanto disconcerting encontrado geralmente em reuniões públicas. Uma menina afaga suas chaves languidly e olha sobre o quarto e às vezes no altofalante com um olhar disquieting. Dela emerge uma tira datilografada que grave em uma língua phonetically simplificada um registro de o que o altofalante é suposto ter dito. Mais tarde esta tira retyped na língua ordinária, porque em seu formulário nascent é intelligible somente ao iniciado. Combine estes dois elementos, deixe o Vocoder funcionar o stenotype, e o resultado é uma máquina a que tipos quando falado. Nossas línguas atuais não são adaptadas especial a esta sorte do mechanization, ele são verdadeiras. É estranho que os inventores de línguas universais não apreenderam em cima da idéia de produzir um que melhor cabem a técnica para transmitir e gravar o discurso. O mechanization pode contudo para forçar a edição, especial no campo científico; whereupon científico o jargão tornar-se-ia ainda mais menos intelligible ao layman. Se pode agora retratar um investigator futuro em seu laboratório. Suas mãos estão livres, e não é escorado. Como se move aproximadamente e se observa, ele fotografias e comentários. A hora é gravada automaticamente de amarrar junto os dois registros. Se entrar no campo, pode ser conectado pelo rádio a seu registrador. Enquanto ponders sobre suas notas na noite, fala outra vez seus comentários no registro. Seu registro datilografado, assim como suas fotografias, pode ambos estar na miniatura, de modo que as projete para a examinação. Muito necessita ocorrer, entretanto, entre a coleção de dados e de observações, a extração do material paralelo do registro existente, e a inserção final do material novo no corpo geral do registro comum. Para o pensamento maduro não há nenhum substituto mecânico. Mas o pensamento creativo e essencialmente pensamento repetitivo é coisas muito diferentes. Para o último há, e pode estar, dae (dispositivo automático de entrada) mecânicos poderosos. Adicionar uma coluna das figuras é um processo repetitivo do pensamento, e era longa há relegated corretamente à máquina. Verdadeira, a máquina é controlada às vezes pelo teclado, e o pensamento de uma sorte entra em ler as figuras e em picar as chaves correspondentes, mas mesmo este é avoidable. As máquinas foram feitas que lerão figuras datilografadas por fotocélulas e comprimirão então as chaves correspondentes; estas são combinações das fotocélulas para fazer a varredura do tipo, dos circuitos elétricos para classificar as variações conseqüentes, e dos circuitos de relé para interpretar o resultado na ação dos solenóides para puxar para baixo as chaves. Toda esta complicação é needed por causa da maneira desajeitada em que nós aprendemos escrever figuras. Se nós os gravássemos positionally, simplesmente pela configuração de um jogo dos pontos em um cartão, o mecanismo de leitura automático tornar-se-ia comparativamente simples. No fato, se os pontos forem furos, nós temos a máquina do perfur-cartão long há produzido por Hollorith para as finalidades do census, e usado agora durante todo o negócio. Alguns tipos de negócios complexos poderiam mal operar-se sem estas máquinas. Adicionar é somente uma operação. Executar a computação aritmética envolve também a subtração, a multiplicação, e a divisão, e além o algum método para o armazenamento provisório dos resultados, da remoção do armazenamento para uma manipulação mais adicional, e da gravação de resultados finais imprimindo. As máquinas para estas finalidades são agora de dois tipos: keyboard as máquinas para a contabilidade e o gosto, controladas manualmente para a inserção dos dados, e controladas geralmente automaticamente tanto quanto a seqüência das operações; e as máquinas do perfur-cartão em que as operações separadas são delegadas geralmente a uma série das máquinas, e os cartões a seguir transferiram em pessoa de um a outro. Ambos os formulários são muito úteis; mas tanto quanto as computações complexas, ambos são embrião imóvel. Contagem elétrica rápida aparecida logo depois que os físicos encontraram desejável contar raios cosmic. Para suas próprias finalidades os físicos construíram prontamente o equipamento do thermionic-tubo capaz de contar impulsos elétricos na taxa de 100.000 um o segundo. As máquinas aritméticas avançadas do futuro serão elétricas na natureza, e executarão em 100 velocidades atuais das épocas, ou em mais. Além disso, serão mais versáteis distante do que as máquinas comerciais atuais, de modo que possam prontamente ser adaptados para uma variedade larga das operações. Serão controlados por um cartão ou por uma película de controle, selecionarão seus próprios dados e manipulá-los-ão de acordo com as instruções introduzidas assim, executarão computações aritméticas complexas em velocidades exceedingly elevadas, e gravarão resultados em tal formulário a respeito de estejam prontamente disponível para a distribuição ou para uma manipulação mais adicional mais atrasada. Tais máquinas terão apetites enormes. Um delas fará exame de instruções e de dados de um quarto cheio das meninas armadas com os perfuradores de teclado simples, e entregará folhas de resultados computados cada poucos minutos. Haverá sempre uma abundância das coisas a computar nos casos detalhados dos milhões dos povos que fazem coisas complicadas. 4 Os processos repetitivos do pensamento não são confinados, entretanto, às matérias da aritmética e dos statistics. No fato, cada vez que um combina e grava fatos de acordo com processos lógicos estabelecidos, o aspecto creativo de pensar é concernido somente com a seleção dos dados e do processo a ser empregados, e a manipulação é depois disso repetitiva na natureza e daqui uma matéria apta a relegated às máquinas. Não assim muito foi feito ao longo destas linhas, além dos limites da aritmética, como pôde ser feito, primeiramente por causa da economia da situação. As necessidades do negócio, e o mercado extensivo que espera obviamente, asseguraram o advent de máquinas aritméticas produzidas em massa apenas assim que os métodos de produção foram avançados suficientemente. Com as máquinas para análise avançada nenhuma tal situação existiu; para não havia e está nenhum mercado extensivo; os usuários de métodos avançados de manipular dados são uma parte muito pequena da população. Há, entretanto, máquinas para resolver equações diferenciais - e equações funcionais e integrais, para essa matéria. Há muitas máquinas especiais, tais como o synthesizer harmonic que prediz as marés. Haverá muito mais, aparecendo certamente primeiramente nas mãos do cientista e em números pequenos. Se o raciocínio científico for limitado aos processos lógicos da aritmética, nós não devemos começar distante em nossa compreensão do mundo físico. Um pôde também tentar agarrar inteiramente o jogo do poker pelo uso da matemática da probabilidade. O ábaco, com sua corda dos grânulos em fios paralelos, conduziu aos árabes ao numeration posicional e ao conceito de zero muitos séculos antes do rest.of.the.world; e era uma ferramenta útil - assim útil que existe ainda. É distante um grito do ábaco à máquina de contabilidade moderna do teclado. Será uma etapa igual à máquina aritmética do futuro. Mas mesmo esta máquina nova não fará exame do cientista onde necessita ir. O relevo deve ser fixado da manipulação detalhada laborious de uma matemática mais elevada também, se os usuários dela estiverem livrar seus cérebros para algo transformações detalhadas mais do que repetitivas de acordo com réguas estabelecidas. Um matemático não é um homem que possa prontamente manipular figuras; frequentemente não pode. Não é uniforme um homem que possa prontamente executar a transformação das equações pelo uso do cálculo. É primeiramente um indivíduo que seja hábil no uso da lógica simbólica em um plano elevado, e especial é um homem do julgamento intuitive na escolha dos processos que manipulativos emprega. Toda mais deve poder virar apenas tão confiàvel para seu mecanismo, como vira propelir de seu carro para o mecanismo intricado sob a capa. Somente então a matemática da vontade seja praticamente eficaz em trazer o conhecimento crescente do atomistics à solução útil dos problemas avançados do chemistry, do metallurgy, e da biologia. Para esta razão virá mais máquinas para segurar matemática avançada para o cientista. Alguma delas serão suficientemente bizarre servir o connoisseur o mais fastidious dos artifacts atuais da civilização. 5 O cientista, entretanto, não é a única pessoa que manipula dados e examina o mundo sobre ele pelo uso de processos lógicos, embora preserve às vezes esta aparência adotando na dobra qualquer um que se torna lógica, muito na maneira em que um líder labor britânico elevated ao knighthood. Sempre que os processos lógicos do pensamento são empregados - isto é, sempre que o pensamento por um momento funciona ao longo de um sulco aceitado - há uma oportunidade para a máquina. A lógica formal usou-se ser um instrumento afiado nas mãos do professor em seu tentar de almas dos estudantes. É prontamente possível construir simplesmente uma máquina que manipule premisoes de acordo com a lógica formal, pelo uso inteligente de circuitos de relé. Ponha um jogo das premisoes em tal dispositivo e gire a manivela, e não passará prontamente para fora da conclusão após a conclusão, tudo de acordo com a lei lógica, e com não mais deslizamentos do que se espere de uma máquina de adição do teclado. A lógica pode tornar-se enormemente difícil, e seria indubitàvelmente bem produzir mais garantia em seu uso. As máquinas para uma análise mais elevada foram geralmente solvers de equação. As idéias estão começando a aparecer para os transformadores da equação, que rearranjarão o relacionamento expressado por uma equação de acordo com a lógica estrita e rather avançada. O progresso é inibido pela maneira exceedingly crua em que os matemáticos expressam seus relacionamentos. Empregam um simbolismo que cresça como Topsy e tenha pouca consistência; um fato estranho nesse campo o mais lógico. Um simbolismo novo, provavelmente posicional, deve aparentemente preceder a redução de transformações matemáticas para fazer à máquina processos. Então, sobre além da lógica estrita do matemático, encontra-se a aplicação da lógica em casos diários. Nós podemos algum dia estalar fora argumentos em uma máquina com a mesma garantia que nós incorporamos agora vendas em um registo de dinheiro. Mas a máquina da lógica não olhará como um registo de dinheiro, mesmo um modelo aerodinâmico. Assim muito para a manipulação das idéias e sua inserção no registro. Assim distante nós pareçamos ser mais maus fora de do que antes que - para nós podemos enormemente estender o registro; contudo nivele em seu volume que atual nós podemos mal o consultar. Esta é uma matéria muito maior do que meramente a extração dos dados para as finalidades da pesquisa científica; envolve o processo inteiro por que o homem lucra por seu inheritance do conhecimento adquirido. A ação principal do uso é seleção, e aqui nós estamos parando certamente. Pode haver uns milhões de pensamentos finos, e o cliente da experiência em que são baseados, encerrado toda dentro das paredes de pedra do formulário architectural aceitável; mas se o scholar puder começar em somente um um a semana pela busca diligent, suas sínteses não são prováveis proseguir com a cena atual. A seleção, neste sentido largo, é um adze de pedra nas mãos de um cabinetmaker. Ainda, em um sentido estreito e em outras áreas, algo foi feito já mecanicamente na seleção. O oficial do pessoal de uma fábrica deixa cair uma pilha de alguns cartões de mil empregados em uma máquina selecionando, ajusta um código de acordo com uma convenção estabelecida, e produz em uma estadia curta uma lista de todos os empregados que vivo em Trenton e saiba o espanhol. Mesmo tais dispositivos são muito demasiado lentos quando vem, para o exemplo, a combinar um jogo das impressões digitais com um de cinco milhões na lima. Os dispositivos da seleção desta sorte serão apressados logo acima de sua taxa atual de rever dados em alguns cem um o minuto. Pelo uso das fotocélulas e do microfilme examinarão artigos na taxa dos milhares um o segundo, e imprimi-los-ão para fora das duplicatas daqueles selecionados. Este processo, entretanto, é seleção simples: prosegue examinando por sua vez cada de um jogo grande dos artigos, e escolhendo para fora daqueles que têm determinadas características especificadas. Há um outro formulário da seleção ilustrado melhor pela central automática. Você marca um número e a máquina seleciona e conecta apenas uma de milhão estações possíveis. Não funciona sobre elas toda. Paga a atenção somente a uma classe dada por um primeiro dígito, e assim por diante; e prosegue assim ràpidamente e quase unerringly à estação selecionada. Requer alguns segundos para fazer a seleção, embora o processo poderia ser apressado acima de se a velocidade aumentada for autorizada economicamente. Se necessário, poderia ser feita extremamente rápida pelo switching substituindo do thermionic-tubo para o switching mecânico, de modo que a seleção cheia pudesse ser feita no um-centésima de um segundo. Ninguém desejariam gastar o dinheiro necessário fazer esta mudança no sistema de telefone, mas a idéia geral é aplicável em outra parte. Faça exame do problema prosaic da loja de departamento grande. Todas as vezes uma venda da carga é feita, lá é um número de coisas a ser feitas. O inventário necessita ser revisado, o salesman necessita ser dado o crédito para a venda, a necessidade dos clientes gerais uma entrada, e, a mais importante, o cliente necessita ser carregado. Uma central grava o dispositivo foi tornada em que muito deste trabalho é feito convenientemente. Os lugares do salesman no carrinho o cartão de identificação do cliente, seu próprio cartão, e o cartão feito exame do artigo venderam - todos os cartões perfurados. Quando puxa uma alavanca, os contatos estão feitos através dos furos, da maquinaria em makes centrais de um ponto as computações necessárias e das entradas, e o recibo apropriado é imprimido para que o salesman passe ao cliente. Mas pode haver dez mil clientes da carga que fazem o negócio com a loja, e antes que a operação cheia possa ser terminada alguém tem que selecionar o cartão direito e introduzi-lo sede. Agora a seleção rápida pode deslizar apenas o cartão apropriado na posição em um instante ou em dois, e retorna-a mais tarde. Uma outra dificuldade ocorre, entretanto. Alguém deve ler um total no cartão, de modo que a máquina possa lhe adicionar seu artigo computado. Concebìvelmente os cartões puderam ser do tipo que seco da fotografia eu descrevi. Os totais existentes podiam então ser lidos pela fotocélula, e pelo total novo incorporado por um feixe de elétron. Os cartões podem estar na miniatura, de modo que ocupem pouco espaço. Devem mover-se rapidamente. Não necessitam ser transferidos distante, mas meramente na posição de modo que a fotocélula e o registrador possam os operar sobre. Os pontos posicionais podem incorporar os dados. No fim do mês uma máquina pode prontamente ser feita para ler estes e para imprimir uma conta ordinária. Com seleção do tubo, em que nenhuma peça mecânica é envolvida nos interruptores, pouca hora necessita ser ocupada em trazer o cartão correto no uso - um segundo deve bastar para a operação inteira. Todo no cartão pode ser feito um registro por pontos magnéticos em uma folha de aço se desejado, em vez dos pontos a ser observados ótica, depois do esquema por que Poulsen long há o discurso posto em um fio magnético. Este método tem a vantagem do simplicity e a facilidade do erasure. Usando a fotografia, entretanto, uma pode arranjar para projetar o registro no formulário ampliado, e em uma distância usando o processo comum no equipamento da televisão. Se pode considerar a seleção rápida deste formulário, e a projeção distante para outras finalidades. Poder fechar à chave uma folha de milhão antes de um operador em um segundo ou de dois, com a possibilidade então de adicionar notas a isso, é suggestive em muitas maneiras. Pôde mesmo ser do uso nas bibliotecas, mas aquela é uma outra história. Em toda a taxa, há agora algumas combinações interessantes possíveis. Um pôde, para o exemplo, falar a um microfone, na maneira descrita em relação à máquina de escrever discurso-controlada, e assim fazer suas seleções. Bateria certamente o caixeiro usual da lima. 6 O coração real da matéria da seleção, entretanto, vai mais profundo do que uma retardação no adoption dos mecanismos por bibliotecas, ou uma falta do desenvolvimento dos dispositivos para seu uso. Nosso ineptitude em começar no registro é causado pela maior parte pelo artificiality dos sistemas do indexing. Quando os dados de toda a sorte são colocados no armazenamento, estão arquivados alfabeticamente ou numericamente, e a informação é encontrada (quando é) seguindo a para baixo do subclass ao subclass. Pode estar em somente um lugar, a menos que as duplicatas forem usadas; um tem que ter as réguas a respeito de que o trajeto o ficará, e as réguas são incómodas. Encontrando um artigo, além disso, se tem que emergir do sistema e re-enter em um trajeto novo. A mente humana não trabalha essa maneira. Opera-se pela associação. Com um artigo em seu aperto, agarra imediatamente ao seguinte que está sugerido pela associação dos pensamentos, de acordo com alguma correia fotorreceptora intricada das fugas carregadas pelas pilhas do cérebro. Tem outras características, naturalmente; arrasta que não são seguidos freqüentemente são prone se desvanecem, os artigos não são inteiramente permanentes, memória são transitory. Contudo a velocidade da ação, o intricacy das fugas, o detalhe de retratos mentais, awe-está inspirando além de toda mais na natureza. O homem não pode esperar inteiramente duplicar artificial este processo mental, mas certamente ought poder aprender dele. Em maneiras menores pode mesmo melhorar, porque seus registros têm a permanência relativa. A primeira idéia, entretanto, ser extraído da analogia concerne a seleção. A seleção pela associação, melhor que posicionando, pode ainda mechanized. Se não pode esperar assim igualar a velocidade e a flexibilidade com que a mente segue uma fuga associativa, mas deve ser possível bater decisively a mente com respeito ao permanence e à claridade dos artigos resurrected do armazenamento. Considere um dispositivo futuro para o uso individual, que é uma sorte da lima e da biblioteca confidenciais mechanized. Necessita um nome, e para inventar um em aleatório, do `` o '' memex fará. Um memex é um dispositivo em que um indivíduo armazena todos seus livros, registros, e comunicações, e em que mechanized de modo que possa ser consultado com exceder a velocidade e a flexibilidade. É um suplemento ampliado ao intimate a sua memória. Consiste em uma mesa, e quando puder presumably ser operado de uma distância, é primeiramente a parte de furniture em que trabalha. No alto estão inclinando as telas translúcidas, em que o material pode ser projetado para a leitura conveniente. Há um teclado, e uns jogos das teclas e das alavancas. Se não olha como uma mesa ordinária. Em uma extremidade está o material armazenado. A matéria do volume é tomada bem cuidado pelo microfilme melhorado. Somente uma parte pequena do interior do memex é devotada ao armazenamento, o descanso ao mecanismo. Contudo se o usuário introduzir 5000 páginas do material um o dia onde lhe faria exame de centenas dos anos para encher o repositório, assim que ele pode ser profligate e incorporar o material livremente. A maioria dos índices do memex são comprados no microfilme pronto para a inserção. Os livros de todas as sortes, retratos, periodicals atuais, jornais, assim são obtidos e deixados cair no lugar. A correspondência de negócio faz exame do mesmo trajeto. E há uma provisão para a entrada direta. No alto do memex está uma moldura do vidro de originais transparente. Nesta estão as notas em escrita comum colocadas, fotografias, memorandos, toda a sorte das coisas. Quando um estiver no lugar, o depression de causas de uma alavanca ele a ser fotografado no espaço em branco seguinte em uma seção da película do memex, fotografia seca que está sendo empregada. Há, naturalmente, uma provisão para o consultation do registro pelo esquema usual do indexing. Se o usuário desejar consultar um determinado livro, bate seu código no teclado, e a página de título do livro publica-se prontamente antes dele, projetado em uma de suas posições da visão. os códigos Freqüente-usados são mnemônicos, de modo que consulte raramente seu livro do código; mas quando , uma única torneira de projetos de uma chave ele para seu uso. Além disso, tem alavancas suplementares. Em deflexionar destas alavancas à direita funciona através do livro antes dele, cada página por sua vez que está sendo projetada em uma velocidade que permita apenas um glance reconhecendo em cada um. Se a deflexionar mais mais à direita, pisa através das páginas do livro 10 em um momento; promova ainda em 100 páginas de cada vez. A deflexão à esquerda dá-lhe o mesmo controle para trás. Uma tecla especial transfere-o imediatamente à primeira página do índice. Todo o livro dado de sua biblioteca pode assim ser chamado acima e consultado com a facilidade distante mais grande do que se for feito exame de uma prateleira. Porque tem diversas posições da projeção, pode deixar um artigo em posição quando se chamar acima de outro. Pode adicionar notas marginais e os comentários, fazendo exame de uma vantagem de um tipo possível de fotografia seca, e d poderiam mesmo ser arranjados de modo que pudesse fazer este por um esquema do estilete, como são empregados agora no telautograph visto em quartos de espera da estrada de ferro, apenas como se teve a página física antes dele. 7 Todo o isto é convencional, à exceção da projeção para a frente de mecanismos present-day e gadgetry. Tem recursos para uma etapa imediata, entretanto, ao indexing associativo, a idéia básica de que é uma provisão por meio de que qualquer artigo pode ser causado na vontade selecionar imediatamente e automaticamente outra. Esta é a característica essencial do memex. O processo de amarrar dois artigos é junto a coisa importante. Quando o usuário está construindo uma fuga, nomeia-a, introdu-lo o nome em seu livro do código, e bate-o para fora em seu teclado. Antes que estiver os dois artigos a ser juntados, projetado em posições adjacentes da visão. No fundo de cada um há um número de espaços do código do espaço em branco, e um ponteiro é ajustado para indicar um destes em cada artigo. O usuário bate uma única chave, e os artigos são juntados permanentemente. Em cada código o espaço aparece a palavra de código. Fora da vista, mas também no espaço do código, é introduzido um jogo dos pontos para a visão da fotocélula; e em cada artigo estes pontos por suas posições designam o número de índice do outro artigo. Depois disso, em em qualquer altura que, quando um destes artigos está na vista, o outro pode imediatamente ser recordado meramente batendo uma tecla abaixo do espaço correspondente do código. Além disso, quando os artigos numerosos foram juntados assim junto para dar forma a uma fuga, podem ser revistos por sua vez, ràpidamente ou lentamente, deflexionando uma alavanca como aquele usado girando as páginas de um livro. É exatamente como se os artigos físicos tinham sido recolhidos junto para dar forma a um livro novo. É mais do que este, porque todo o artigo pode ser juntado em fugas numerosas. O proprietário do memex, deixou-nos dizer, estêve-o interessado na origem e nas propriedades da curva e da seta. Especificamente está estudando porque a curva turkish curta era aparentemente superior à curva longa inglesa nos skirmishes dos crusades. Tem dúzias de livros e de artigos possivelmente pertinentes em seu memex. Primeiramente funciona através de uma enciclopédia, encontra um interessante mas o artigo sketchy, sae d projetado. Em seguida, em um history, encontra um outro artigo pertinente, e amarra os dois junto. Assim vai, construindo uma fuga de muitos artigos. Ocasionalmente introduz um comentário do seus próprios, ligando o na fuga principal ou juntando o por uma fuga lateral a um artigo particular. Quando se torna evidente que as propriedades elásticas de materiais disponíveis tiveram bastante para fazer com a curva, ramifica fora em uma fuga lateral que faça exame dele através dos textbooks na elasticidade e das tabelas de constantes físicas. Introduz uma página da análise em escrita comum do seus próprios. Assim constrói uma fuga de seu interesse através do maze dos materiais disponíveis a ele. E suas fugas não desvanecem-se. Diversos anos mais tarde, sua conversa com um amigo gira para as maneiras estranhas em que um pessoa resiste inovações, uniformes do interesse vital. Tem um exemplo, no fato que os Europeus outranged ainda não é adotado a curva turkish. No fato tem uma fuga nela. Um toque traz acima o livro do código. Bater algumas chaves projeta a cabeça da fuga. Uma alavanca funciona através dela na vontade, parando nos artigos interessando, indo fora em excursions laterais. É uma fuga interessante, pertinente à discussão. Assim ajusta um reprodutor na ação, fotografias a fuga do todo para fora, e passa-o a seu amigo para a inserção em seu próprio memex, para ser ligado lá na fuga mais geral. 8 Completamente os formulários novos das enciclopédias aparecerão, ready-made com um engranzamento das fugas associativas que funcionam através delas, pronto para ser deixado cair no memex e para ser amplificado lá. O advogado tem em seu toque as opiniões e as decisões associadas de sua experiência inteira, e da experiência dos amigos e das autoridades. O advogado da patente tem sobre a chamada os milhões de patentes emitidas, com as fugas familiares a cada ponto do interesse do seu cliente. O médico, confundido por reações do seu paciente, golpeia a fuga estabelecida em estudar um caso similar mais adiantado, e funciona-a ràpidamente com os histories analogous do caso, com referências laterais aos clássicos para o anatomy e o histology pertinentes. O químico, esforçando-se com a síntese de um composto orgânico, tem toda a literatura química antes dele em seu laboratório, com as fugas que seguem as analogias dos compostos, e o lado arrasta a seu comportamento físico e químico. O historian, com um cliente cronológico vasto de um pessoa, paraleliza-o com uma fuga da faixa clara que pare somente nos artigos salient, e pode-o seguir em quando as fugas contemporary que lhe conduzem toda civilização do excesso em um epoch particular. Há uma profissão nova de blazers da fuga, aqueles que encontram o prazer na tarefa de estabelecer fugas úteis através da massa enorme do registro comum. O inheritance do mestre torna-se, não somente suas adições ao registro de mundo, mas para seus disciples o scaffolding inteiro por que foram erigidos. Assim a ciência pode executar as maneiras em que o homem produz, armazena, e consulta o registro da raça. Pôde golpear para esboçar mais espectacularmente os instrumentalities do futuro, melhor que para furá-los pròxima aos métodos e aos elementos sabidos agora e submeter-se ao desenvolvimento rápido, como foi feito aqui. As dificuldades técnicas de todas as sortes foram ignoradas, certamente, mas ignorados também são os meios porque contudo o desconhecido que pode vir todo o dia acelera o progresso técnico tão violentamente quanto o advent do tubo thermionic. A fim de que o retrato não possa ser demasiado commonplace, pela razão de furar aos testes padrões present-day, pode dever bem mencionar uma tal possibilidade, para não prophesy mas para sugerir meramente, porque a profecia baseada na extensão do sabido tem a substância, quando a profecia fundada no desconhecido for somente uma suposição dobro involvida. Todas nossas etapas em criar ou em material absorvente do registro proseguem com um dos sentidos - o tátil quando nós tocamos em chaves, o oral quando nós falamos ou escutamos, o visual quando nós lemos. Não é possível que algum dia o trajeto pode ser estabelecido mais diretamente? Nós sabemos que quando o olho vê, toda a informação conseqüente está transmitida ao cérebro por meio das vibrações elétricas na canaleta do nervo ótico. Esta é uma analogia exata com as vibrações elétricas que ocorrem no cabo de um jogo de televisão: fazem saber ao retrato das fotocélulas que o vêem ao transmissor de rádio de que é transmissão. Nós sabemos mais mais que se nós pudermos aproximar esse cabo com os instrumentos apropriados, nós não necessitamos tocar n; nós podemos escolher acima aquelas vibrações pela indução elétrica e assim descobrir e reproduzir a cena que está sendo transmitida, apenas porque um fio do telefone pode ser batido para sua mensagem. Os impulsos que fluem nos nervos do braço de um datilógrafo fazem saber a seus dedos à informação traduzida que alcança sua olho ou orelha, a fim de que os dedos possam ser causados golpear as chaves apropriadas. Não puderam estas correntes ser interceptadas, qualquer um no formulário original em que a informação é feita saber ao cérebro, ou no formulário maravilhosa metamorphosed em que proseguem então à mão? Pela condução do osso nós introduzimos já sons nas canaletas do nervo do surdo a fim de que possam se ouvir. Não é possível que nós podemos aprender os introduzir sem o cumbersomeness atual primeiramente de transformar vibrações elétricas às mecânicas, que o mecanismo humano transforma prontamente para trás ao formulário elétrico? Com um par dos elétrodos no skull o encephalograph produz agora os traços pen-and-ink que carregam alguma relação aos fenômenos elétricos que vão sobre no cérebro próprio. Verdadeiro, o registro é unintelligible, exceto porque indica determinado misfunctioning bruto do mecanismo cerebral; mas quem colocaria agora limites sobre onde tal coisa pode conduzir? No mundo exterior, todos os formulários da inteligência, se do som ou da vista, foram reduzidos ao formulário de correntes variando em um circuito elétrico a fim de que pudessem ser transmitidos. Dentro do frame humano exatamente a mesma sorte do processo ocorre. Devemos nós sempre transformar aos movimentos mecânicos a fim proseguir de um fenômeno elétrico a outro? É um pensamento suggestive, mas autoriza mal a predição sem toque perdedor com realidade e immediateness. Presumably o espírito do homem deve elevated se puder melhorar a revisão his passado shady e a analisar mais completamente e objetiva seus problemas atuais. Construiu uma civilização assim complexa que necessita mechanize mais inteiramente seu registro se devesse empurrar sua experiência para sua conclusão lógica e para se tornar não meramente bogged parte para baixo a maneira lá overtaxing sua memória limitada. Seu excursion pode ser mais agradável se ele reacquire da lata o privilégio de se esquecer das coisas que múltiplas não necessita ter imediatamente na mão, com alguma garantia que pode as encontrar outra vez se provarem importante. As aplicações da ciência construíram o homem uma casa bem-fornecida, e estão ensinando-o viver saudàvel nisso. Permitiram-no de jogar massas dos povos de encontro a outras com armas cruéis. Podem ainda permitir que verdadeiramente abranja o registro grande e cresça na sabedoria da experiência da raça. Pode perish no conflito antes que aprenda wield que registro para seu bom verdadeiro. Ainda, na aplicação da ciência às necessidades e aos desejos do homem, pareceria ser um estágio singular infeliz em que para terminar o processo, ou para perder a esperança a respeito do resultado.

AS WE MAY THINK by VANNEVAR BUSH THE ATLANTIC MONTHLY, JULY 1945

---------------------------------------------------------------------- This article was originally published in the July 1945 issue of TheAtlantic Monthly. It is reproduced here with their permission. The electronic version was prepared by Denys Duchier, April 1994.Please email comments and corrections to dduchier@csi.uottawa.ca. ---------------------------------------------------------------------- As Director of the Office of Scientific Research and Development, Dr.Vannevar Bush has coordinated the activities of some six thousandleading American scientists in the application of science to warfare.In this significant article he holds up an incentive for scientistswhen the fighting has ceased. He urges that men of science shouldthen turn to the massive task of making more accessible ourbewildering store of knowledge. For many years inventions haveextended man's physical powers rather than the powers of his mind.Trip hammers that multiply the fists, microscopes that sharpen theeye, and engines of destruction and detection are new results, but theend results, of modern science. Now, says Dr. Bush, instruments areat hand which, if properly developed, will give man access to andcommand over the inherited knowledge of the ages. The perfection ofthese pacific instruments should be the first objective of ourscientists as they emerge from their war work. Like Emerson's famousaddress of 1837 on ``The American Scholar,'' this paper by Dr. Bushcalls for a new relationship between thinking man and the sum of ourknowledge. - The Editor ---------------------------------------------------------------------- This has not been a scientist's war; it has been a war in which allhave had a part. The scientists, burying their old professionalcompetition in the demand of a common cause, have shared greatly andlearned much. It has been exhilarating to work in effectivepartnership. Now, for many, this appears to be approaching an end.What are the scientists to do next? For the biologists, and particularly for the medical scientists, therecan be little indecision, for their war work has hardly required themto leave the old paths. Many indeed have been able to carry on theirwar research in their familiar peacetime laboratories. Theirobjectives remain much the same. It is the physicists who have been thrown most violently off stride,who have left academic pursuits for the making of strange destructivegadgets, who have had to devise new methods for their unanticipatedassignments. They have done their part on the devices that made itpossible to turn back the enemy. They have worked in combined effortwith the physicists of our allies. They have felt within themselvesthe stir of achievement. They have been part of a great team. Now,as peace approaches, one asks where they will find objectives worthyof their best. 1 Of what lasting benefit has been man's use of science and of the newinstruments which his research brought into existence? First, theyhave increased his control of his material environment. They haveimproved his food, his clothing, his shelter; they have increased hissecurity and released him partly from the bondage of bare existence.They have given him increased knowledge of his own biologicalprocesses so that he has had a progressive freedom from disease and anincreased span of life. They are illuminating the interactions of hisphysiological and psychological functions, giving the promise of animproved mental health. Science has provided the swiftest communication between individuals;it has provided a record of ideas and has enabled man to manipulateand to make extracts from that record so that knowledge evolves andendures throughout the life of a race rather than that of anindividual. There is a growing mountain of research. But there is increasedevidence that we are being bogged down today as specializationextends. The investigator is staggered by the findings andconclusions of thousands of other workers - conclusions which hecannot find time to grasp, much less to remember, as they appear. Yetspecialization becomes increasingly necessary for progress, and theeffort to bridge between disciplines is correspondingly superficial. Professionally our methods of transmitting and reviewing the resultsof research are generations old and by now are totally inadequate fortheir purpose. If the aggregate time spent in writing scholarly worksand in reading them could be evaluated, the ratio between theseamounts of time might well be startling. Those who conscientiouslyattempt to keep abreast of current thought, even in restricted fields,by close and continuous reading might well shy away from anexamination calculated to show how much of the previous month'sefforts could be produced on call. Mendel's concept of the laws ofgenetics was lost to the world for a generation because hispublication did not reach the few who were capable of grasping andextending it; and this sort of catastrophe is undoubtedly beingrepeated all about us, as truly significant attainments become lost inthe mass of the inconsequential. The difficulty seems to be, not so much that we publish unduly in viewof the extent and variety of present-day interests, but rather thatpublication has been extended far beyond our present ability to makereal use of the record. The summation of human experience is beingexpanded at a prodigious rate, and the means we use for threadingthrough the consequent maze to the momentarily important item is thesame as was used in the days of square-rigged ships. But there are signs of a change as new and powerful instrumentalitiescome into use. Photocells capable of seeing things in a physicalsense, advanced photography which can record what is seen or even whatis not, thermionic tubes capable of controlling potent forces underthe guidance of less power than a mosquito uses to vibrate his wings,cathode ray tubes rendering visible an occurrence so brief that bycomparison a microsecond is a long time, relay combinations which willcarry out involved sequences of movements more reliably than any humanoperator and thousand of times as fast - there are plenty ofmechanical aids with which to effect a transformation in scientificrecords. Two centuries ago Leibnitz invented a calculating machine whichembodied most of the essential features of recent keyboard devices,but it could not then come into use. The economics of the situationwere against it: the labor involved in constructing it, before thedays of mass production, exceeded the labor to be saved by its use,since all it could accomplish could be duplicated by sufficient use ofpencil and paper. Moreover, it would have been subject to frequentbreakdown, so that it could not have been depended upon; for at thattime and long after, complexity and unreliability were synonymous. Babbage, even with remarkably generous support for his time, could notproduce his great arithmetical machine. His idea was sound enough,but construction and maintenance costs were then too heavy. Had aPharaoh been given detailed and explicit designs of an automobile, andhad he understood them completely, it would have taxed the resourcesof his kingdom to have fashioned the thousands of parts for a singlecar, and that car would have broken down on the first trip to Giza. Machines with interchangeable parts can now be constructed with greateconomy of effort. In spite of much complexity, they perform reliably.Witness the humble typewriter, or the movie camera, or the automobile.Electrical contacts have ceased to stick when thoroughly understood.Note the automatic telephone exchange, which has hundred of thousandsof such contacts, and yet is reliable. A spider web of metal, sealedin a thin glass container, a wire heated to brilliant glow, in short,the thermionic tube of radio sets, is made by the hundred million,tossed about in packages, plugged into sockets - and it works! Itsgossamer parts, the precise location and alignment involved in itsconstruction, would have occupied a master craftsman of the guild formonths; now it is built for thirty cents. The world has arrived at anage of cheap complex devices of great reliability; and something isbound to come of it. 2 A record, if it is to be useful to science, must be continuouslyextended, it must be stored, and above all it must be consulted.Today we make the record conventionally by writing and photography,followed by printing; but we also record on film, on wax disks, and onmagnetic wires. Even if utterly new recording procedures do notappear, these present ones are certainly in the process ofmodification and extension. Certainly progress in photography is not going to stop. Fastermaterial and lenses, more automatic cameras, finer-grained sensitivecompounds to allow an extension of the minicamera idea, are allimminent. Let us project this trend ahead to a logical, if notinevitable, outcome. The camera hound of the future wears on hisforehead a lump a little larger than a walnut. It takes pictures 3millimeters square, later to be projected or enlarged, which after allinvolves only a factor of 10 beyond present practice. The lens is ofuniversal focus, down to any distance accommodated by the unaided eye,simply because it is of short focal length. There is a built-inphotocell on the walnut such as we now have on at least one camera,which automatically adjusts exposure for a wide range of illumination.There is film in the walnut for a hundred exposures, and the spring foroperating its shutter and shifting its film is wound once for all whenthe film clip is inserted. It produces its result in full color. Itmay well be stereoscopic, and record with spaced glass eyes, forstriking improvements in stereoscopic technique are just around thecorner. The cord which trips its shutter may reach down a man's sleeve withineasy reach of his fingers. A quick squeeze, and the picture is taken.On a pair of ordinary glasses is a square of fine lines near the topof one lens, where it is out of the way of ordinary vision. When anobject appears in that square, it is lined up for its picture. As thescientist of the future moves about the laboratory or the field, everytime he looks at something worthy of the record, he trips the shutterand in it goes, without even an audible click. Is this all fantastic?The only fantastic thing about it is the idea of making as manypictures as would result from its use. Will there be dry photography? It is already here in two forms. WhenBrady made his Civil War pictures, the plate had to be wet at the timeof exposure. Now it has to be wet during development instead. In thefuture perhaps it need not be wetted at all. There have long beenfilms impregnated with diazo dyes which form a picture withoutdevelopment, so that it is already there as soon as the camera hasbeen operated. An exposure to ammonia gas destroys the unexposed dye,and the picture can then be taken out into the light and examined.The process is now slow, but someone may speed it up, and it has nograin difficulties such as now keep photographic researchers busy.Often it would be advantageous to be able to snap the camera and tolook at the picture immediately. Another process now in use is also slow, and more or less clumsy. Forfifty years impregnated papers have been used which turn dark at everypoint where an electrical contact touches them, by reason of thechemical change thus produced in an iodine compound included in thepaper. They have been used to make records, for a pointer movingacross them can leave a trail behind. If the electrical potential onthe pointer is varied as it moves, the line becomes light or dark inaccordance with the potential. This scheme is now used in facsimile transmission. The pointer drawsa set of closely spaced lines across the paper one after another. Asit moves, its potential is varied in accordance with a varying currentreceived over wires from a distant station, where these variations areproduced by a photocell which is similarly scanning a picture. Atevery instant the darkness of the line being drawn is made equal tothe darkness of the point on the picture being observed by thephotocell. Thus, when the whole picture has been covered, a replicaappears at the receiving end. A scene itself can be just as well looked over line by line by thephotocell in this way as can a photograph of the scene. This wholeapparatus constitutes a camera, with the added feature, which can bedispensed with if desired, of making its picture at a distance. It isslow, and the picture is poor in detail. Still, it does give anotherprocess of dry photography, in which the picture is finished as soonas it is taken. It would be a brave man who could predict that such a process willalways remain clumsy, slow, and faulty in detail. Televisionequipment today transmits sixteen reasonably good images a second, andit involves only two essential differences from the process describedabove. For one, the record is made by a moving beam of electronsrather than a moving pointer, for the reason that an electron beam cansweep across the picture very rapidly indeed. The other differenceinvolves merely the use of a screen which glows momentarily when theelectrons hit, rather than a chemically treated paper or film which ispermanently altered. This speed is necessary in television, formotion pictures rather than stills are the object. Use chemically treated film in place of the glowing screen, allow theapparatus to transmit one picture rather than a succession, and arapid camera for dry photography results. The treated film needs tobe far faster in action than present examples, but it probably couldbe. More serious is the objection that this scheme would involveputting the film inside a vacuum chamber, for electron beams behavenormally only in such a rarefied environment. This difficulty couldbe avoided by allowing the electron beam to play on one side of apartition, and by pressing the film against the other side, if thispartition were such as to allow the electrons to go throughperpendicular to its surface, and to prevent them from spreading outsideways. Such partitions, in crude form, could certainly beconstructed, and they will hardly hold up the general development. Like dry photography, microphotography still has a long way to go.The basic scheme of reducing the size of the record, and examining itby projection rather than directly, has possibilities too great to beignored. The combination of optical projection and photographicreduction is already producing some results in microfilm for scholarlypurposes, and the potentialities are highly suggestive. Today, withmicrofilm, reductions by a linear factor of 20 can be employed andstill produce full clarity when the material is re-enlarged forexamination. The limits are set by the graininess of the film, theexcellence of the optical system, and the efficiency of the lightsources employed. All of these are rapidly improving. Assume a linear ratio of 100 for future use. Consider film of thesame thickness as paper, although thinner film will certainly beusable. Even under these conditions there would be a total factor of10,000 between the bulk of the ordinary record on books, and itsmicrofilm replica. The Encyclopoedia Britannica could be reduced tothe volume of a matchbox. A library of a million volumes could becompressed into one end of a desk. If the human race has producedsince the invention of movable type a total record, in the form ofmagazines, newspapers, books, tracts, advertising blurbs,correspondence, having a volume corresponding to a billion books, thewhole affair, assembled and compressed, could be lugged off in amoving van. Mere compression, of course, is not enough; one needs notonly to make and store a record but also to be able to consult it, andthis aspect of the matter comes later. Even the modern great libraryis not generally consulted; it is nibbled by a few. Compression is important, however, when it comes to costs. Thematerial for the microfilm Britannica would cost a nickel, and itcould be mailed anywhere for a cent. What would it cost to print amillion copies? To print a sheet of newspaper, in a large edition,costs a small fraction of a cent. The entire material of theBritannica in reduced microfilm form would go on a sheet eight andone-half by eleven inches. Once it is available, with thephotographic reproduction methods of the future, duplicates in largequantities could probably be turned out for a cent apiece beyond thecost of materials. The preparation of the original copy? Thatintroduces the next aspect of the subject. 3 To make the record, we now push a pencil or tap a typewriter. Thencomes the process of digestion and correction, followed by anintricate process of typesetting, printing, and distribution. Toconsider the first stage of the procedure, will the author of thefuture cease writing by hand or typewriter and talk directly to therecord? He does so indirectly, by talking to a stenographer or a waxcylinder; but the elements are all present if he wishes to have histalk directly produce a typed record. All he needs to do is to takeadvantage of existing mechanisms and to alter his language. At a recent World Fair a machine called a Voder was shown. A girlstroked its keys and it emitted recognizable speech. No human vocalcords entered in the procedure at any point; the keys simply combinedsome electrically produced vibrations and passed these on to aloud-speaker. In the Bell Laboratories there is the converse of thismachine, called a Vocoder. The loudspeaker is replaced by amicrophone, which picks up sound. Speak to it, and the correspondingkeys move. This may be one element of the postulated system. The other element is found in the stenotype, that somewhatdisconcerting device encountered usually at public meetings. A girlstrokes its keys languidly and looks about the room and sometimes atthe speaker with a disquieting gaze. From it emerges a typed stripwhich records in a phonetically simplified language a record of whatthe speaker is supposed to have said. Later this strip is retypedinto ordinary language, for in its nascent form it is intelligibleonly to the initiated. Combine these two elements, let the Vocoderrun the stenotype, and the result is a machine which types when talkedto. Our present languages are not especially adapted to this sort ofmechanization, it is true. It is strange that the inventors ofuniversal languages have not seized upon the idea of producing onewhich better fitted the technique for transmitting and recordingspeech. Mechanization may yet force the issue, especially in thescientific field; whereupon scientific jargon would become still lessintelligible to the layman. One can now picture a future investigator in his laboratory. Hishands are free, and he is not anchored. As he moves about andobserves, he photographs and comments. Time is automatically recordedto tie the two records together. If he goes into the field, he may beconnected by radio to his recorder. As he ponders over his notes inthe evening, he again talks his comments into the record. His typedrecord, as well as his photographs, may both be in miniature, so thathe projects them for examination. Much needs to occur, however, between the collection of data andobservations, the extraction of parallel material from the existingrecord, and the final insertion of new material into the general bodyof the common record. For mature thought there is no mechanicalsubstitute. But creative thought and essentially repetitive thoughtare very different things. For the latter there are, and may be,powerful mechanical aids. Adding a column of figures is a repetitive thought process, and it waslong ago properly relegated to the machine. True, the machine issometimes controlled by the keyboard, and thought of a sort enters inreading the figures and poking the corresponding keys, but even thisis avoidable. Machines have been made which will read typed figuresby photocells and then depress the corresponding keys; these arecombinations of photocells for scanning the type, electric circuitsfor sorting the consequent variations, and relay circuits forinterpreting the result into the action of solenoids to pull the keysdown. All this complication is needed because of the clumsy way in which wehave learned to write figures. If we recorded them positionally,simply by the configuration of a set of dots on a card, the automaticreading mechanism would become comparatively simple. In fact, if thedots are holes, we have the punched-card machine long ago produced byHollorith for the purposes of the census, and now used throughoutbusiness. Some types of complex businesses could hardly operatewithout these machines. Adding is only one operation. To perform arithmetical computationinvolves also subtraction, multiplication, and division, and inaddition some method for temporary storage of results, removal fromstorage for further manipulation, and recording of final results byprinting. Machines for these purposes are now of two types: keyboardmachines for accounting and the like, manually controlled for theinsertion of data, and usually automatically controlled as far as thesequence of operations is concerned; and punched-card machines inwhich separate operations are usually delegated to a series ofmachines, and the cards then transferred bodily from one to another.Both forms are very useful; but as far as complex computations areconcerned, both are still embryo. Rapid electrical counting appeared soon after the physicists found itdesirable to count cosmic rays. For their own purposes the physicistspromptly constructed thermionic-tube equipment capable of countingelectrical impulses at the rate of 100,000 a second. The advancedarithmetical machines of the future will be electrical in nature, andthey will perform at 100 times present speeds, or more. Moreover, they will be far more versatile than present commercialmachines, so that they may readily be adapted for a wide variety ofoperations. They will be controlled by a control card or film, theywill select their own data and manipulate it in accordance with theinstructions thus inserted, they will perform complex arithmeticalcomputations at exceedingly high speeds, and they will record resultsin such form as to be readily available for distribution or for laterfurther manipulation. Such machines will have enormous appetites.One of them will take instructions and data from a roomful of girlsarmed with simple keyboard punches, and will deliver sheets ofcomputed results every few minutes. There will always be plenty ofthings to compute in the detailed affairs of millions of people doingcomplicated things. 4 The repetitive processes of thought are not confined, however, tomatters of arithmetic and statistics. In fact, every time onecombines and records facts in accordance with established logicalprocesses, the creative aspect of thinking is concerned only with theselection of the data and the process to be employed, and themanipulation thereafter is repetitive in nature and hence a fit matterto be relegated to the machines. Not so much has been done alongthese lines, beyond the bounds of arithmetic, as might be done,primarily because of the economics of the situation. The needs ofbusiness, and the extensive market obviously waiting, assured theadvent of mass-produced arithmetical machines just as soon asproduction methods were sufficiently advanced. With machines for advanced analysis no such situation existed; forthere was and is no extensive market; the users of advanced methods ofmanipulating data are a very small part of the population. There are,however, machines for solving differential equations - and functionaland integral equations, for that matter. There are many specialmachines, such as the harmonic synthesizer which predicts the tides.There will be many more, appearing certainly first in the hands of thescientist and in small numbers. If scientific reasoning were limited to the logical processes ofarithmetic, we should not get far in our understanding of the physicalworld. One might as well attempt to grasp the game of poker entirelyby the use of the mathematics of probability. The abacus, with itsbeads string on parallel wires, led the Arabs to positional numerationand the concept of zero many centuries before the rest of the world;and it was a useful tool - so useful that it still exists. It is a far cry from the abacus to the modern keyboard accountingmachine. It will be an equal step to the arithmetical machine of thefuture. But even this new machine will not take the scientist wherehe needs to go. Relief must be secured from laborious detailedmanipulation of higher mathematics as well, if the users of it are tofree their brains for something more than repetitive detailedtransformations in accordance with established rules. A mathematicianis not a man who can readily manipulate figures; often he cannot. Heis not even a man who can readily perform the transformation ofequations by the use of calculus. He is primarily an individual whois skilled in the use of symbolic logic on a high plane, andespecially he is a man of intuitive judgment in the choice of themanipulative processes he employs. All else he should be able to turn over to his mechanism, just asconfidently as he turns over the propelling of his car to theintricate mechanism under the hood. Only then will mathematics bepractically effective in bringing the growing knowledge of atomisticsto the useful solution of the advanced problems of chemistry,metallurgy, and biology. For this reason there will come moremachines to handle advanced mathematics for the scientist. Some ofthem will be sufficiently bizarre to suit the most fastidiousconnoisseur of the present artifacts of civilization. 5 The scientist, however, is not the only person who manipulates dataand examines the world about him by the use of logical processes,although he sometimes preserves this appearance by adopting into thefold anyone who becomes logical, much in the manner in which a Britishlabor leader is elevated to knighthood. Whenever logical processes ofthought are employed - that is, whenever thought for a time runs alongan accepted groove - there is an opportunity for the machine. Formallogic used to be a keen instrument in the hands of the teacher in histrying of students' souls. It is readily possible to construct amachine which will manipulate premises in accordance with formallogic, simply by the clever use of relay circuits. Put a set ofpremises into such a device and turn the crank, and it will readilypass out conclusion after conclusion, all in accordance with logicallaw, and with no more slips than would be expected of a keyboardadding machine. Logic can become enormously difficult, and it would undoubtedly bewell to produce more assurance in its use. The machines for higheranalysis have usually been equation solvers. Ideas are beginning toappear for equation transformers, which will rearrange therelationship expressed by an equation in accordance with strict andrather advanced logic. Progress is inhibited by the exceedingly crudeway in which mathematicians express their relationships. They employa symbolism which grew like Topsy and has little consistency; astrange fact in that most logical field. A new symbolism, probably positional, must apparently precede thereduction of mathematical transformations to machine processes. Then,on beyond the strict logic of the mathematician, lies the applicationof logic in everyday affairs. We may some day click off arguments ona machine with the same assurance that we now enter sales on a cashregister. But the machine of logic will not look like a cashregister, even a streamlined model. So much for the manipulation of ideas and their insertion into therecord. Thus far we seem to be worse off than before - for we canenormously extend the record; yet even in its present bulk we canhardly consult it. This is a much larger matter than merely theextraction of data for the purposes of scientific research; itinvolves the entire process by which man profits by his inheritance ofacquired knowledge. The prime action of use is selection, and here weare halting indeed. There may be millions of fine thoughts, and theaccount of the experience on which they are based, all encased withinstone walls of acceptable architectural form; but if the scholar canget at only one a week by diligent search, his syntheses are notlikely to keep up with the current scene. Selection, in this broad sense, is a stone adze in the hands of acabinetmaker. Yet, in a narrow sense and in other areas, somethinghas already been done mechanically on selection. The personnelofficer of a factory drops a stack of a few thousand employee cardsinto a selecting machine, sets a code in accordance with anestablished convention, and produces in a short time a list of allemployees who live in Trenton and know Spanish. Even such devices aremuch too slow when it comes, for example, to matching a set offingerprints with one of five millions on file. Selection devices ofthis sort will soon be speeded up from their present rate of reviewingdata at a few hundred a minute. By the use of photocells andmicrofilm they will survey items at the rate of thousands a second,and will print out duplicates of those selected. This process, however, is simple selection: it proceeds by examiningin turn every one of a large set of items, and by picking out thosewhich have certain specified characteristics. There is another formof selection best illustrated by the automatic telephone exchange.You dial a number and the machine selects and connects just one of amillion possible stations. It does not run over them all. It paysattention only to a class given by a first digit, and so on; and thusproceeds rapidly and almost unerringly to the selected station. Itrequires a few seconds to make the selection, although the processcould be speeded up if increased speed were economically warranted.If necessary, it could be made extremely fast by substitutingthermionic-tube switching for mechanical switching, so that the fullselection could be made in one-hundredth of a second. No one wouldwish to spend the money necessary to make this change in the telephonesystem, but the general idea is applicable elsewhere. Take the prosaic problem of the great department store. Every time acharge sale is made, there are a number of things to be done.. Theinventory needs to be revised, the salesman needs to be given creditfor the sale, the general accounts need an entry, and, most important,the customer needs to be charged. A central records device has beendeveloped in which much of this work is done conveniently. Thesalesman places on a stand the customer's identification card, his owncard, and the card taken from the article sold - all punched cards.When he pulls a lever, contacts are made through the holes, machineryat a central point makes the necessary computations and entries, andthe proper receipt is printed for the salesman to pass to thecustomer. But there may be ten thousand charge customers doing business with thestore, and before the full operation can be completed someone has toselect the right card and insert it at the central office. Now rapidselection can slide just the proper card into position in an instantor two, and return it afterward. Another difficulty occurs, however.Someone must read a total on the card, so that the machine can add itscomputed item to it. Conceivably the cards might be of the dryphotography type I have described. Existing totals could then be readby photocell, and the new total entered by an electron beam. The cards may be in miniature, so that they occupy little space. Theymust move quickly. They need not be transferred far, but merely intoposition so that the photocell and recorder can operate on them.Positional dots can enter the data. At the end of the month a machinecan readily be made to read these and to print an ordinary bill. Withtube selection, in which no mechanical parts are involved in theswitches, little time need be occupied in bringing the correct cardinto use - a second should suffice for the entire operation. Thewhole record on the card may be made by magnetic dots on a steel sheetif desired, instead of dots to be observed optically, following thescheme by which Poulsen long ago put speech on a magnetic wire. Thismethod has the advantage of simplicity and ease of erasure. By usingphotography, however, one can arrange to project the record inenlarged form, and at a distance by using the process common intelevision equipment. One can consider rapid selection of this form, and distant projectionfor other purposes. To be able to key one sheet of a million beforean operator in a second or two, with the possibility of then addingnotes thereto, is suggestive in many ways. It might even be of use inlibraries, but that is another story. At any rate, there are now someinteresting combinations possible. One might, for example, speak to amicrophone, in the manner described in connection with thespeech-controlled typewriter, and thus make his selections. It wouldcertainly beat the usual file clerk. 6 The real heart of the matter of selection, however, goes deeper than alag in the adoption of mechanisms by libraries, or a lack ofdevelopment of devices for their use. Our ineptitude in getting atthe record is largely caused by the artificiality of systems ofindexing. When data of any sort are placed in storage, they are filedalphabetically or numerically, and information is found (when it is)by tracing it down from subclass to subclass. It can be in only oneplace, unless duplicates are used; one has to have rules as to whichpath will locate it, and the rules are cumbersome. Having found oneitem, moreover, one has to emerge from the system and re-enter on anew path. The human mind does not work that way. It operates by association.With one item in its grasp, it snaps instantly to the next that issuggested by the association of thoughts, in accordance with someintricate web of trails carried by the cells of the brain. It hasother characteristics, of course; trails that are not frequentlyfollowed are prone to fade, items are not fully permanent, memory istransitory. Yet the speed of action, the intricacy of trails, thedetail of mental pictures, is awe-inspiring beyond all else in nature. Man cannot hope fully to duplicate this mental process artificially,but he certainly ought to be able to learn from it. In minor ways hemay even improve, for his records have relative permanency. The firstidea, however, to be drawn from the analogy concerns selection.Selection by association, rather than by indexing, may yet bemechanized. One cannot hope thus to equal the speed and flexibilitywith which the mind follows an associative trail, but it should bepossible to beat the mind decisively in regard to the permanence andclarity of the items resurrected from storage. Consider a future device for individual use, which is a sort ofmechanized private file and library. It needs a name, and to coinone at random, ``memex'' will do. A memex is a device in which anindividual stores all his books, records, and communications, andwhich is mechanized so that it may be consulted with exceeding speedand flexibility. It is an enlarged intimate supplement to his memory. It consists of a desk, and while it can presumably be operated from adistance, it is primarily the piece of furniture at which he works.On the top are slanting translucent screens, on which material can beprojected for convenient reading. There is a keyboard, and sets ofbuttons and levers. Otherwise it looks like an ordinary desk. In one end is the stored material. The matter of bulk is well takencare of by improved microfilm. Only a small part of the interior ofthe memex is devoted to storage, the rest to mechanism. Yet if theuser inserted 5000 pages of material a day it would take him hundredsof years to fill the repository, so he can be profligate and entermaterial freely. Most of the memex contents are purchased on microfilm ready forinsertion. Books of all sorts, pictures, current periodicals,newspapers, are thus obtained and dropped into place. Businesscorrespondence takes the same path. And there is provision for directentry. On the top of the memex is a transparent platen. On this areplaced longhand notes, photographs, memoranda, all sort of things.When one is in place, the depression of a lever causes it to bephotographed onto the next blank space in a section of the memex film,dry photography being employed. There is, of course, provision for consultation of the record by theusual scheme of indexing. If the user wishes to consult a certainbook, he taps its code on the keyboard, and the title page of the bookpromptly appears before him, projected onto one of his viewingpositions. Frequently-used codes are mnemonic, so that he seldomconsults his code book; but when he does, a single tap of a keyprojects it for his use. Moreover, he has supplemental levers. Ondeflecting one of these levers to the right he runs through the bookbefore him, each page in turn being projected at a speed which justallows a recognizing glance at each. If he deflects it further to theright, he steps through the book 10 pages at a time; still further at100 pages at a time. Deflection to the left gives him the samecontrol backwards. A special button transfers him immediately to the first page of theindex. Any given book of his library can thus be called up andconsulted with far greater facility than if it were taken from ashelf. As he has several projection positions, he can leave one itemin position while he calls up another. He can add marginal notes andcomments, taking advantage of one possible type of dry photography,and it could even be arranged so that he can do this by a stylusscheme, such as is now employed in the telautograph seen in railroadwaiting rooms, just as though he had the physical page before him. 7 All this is conventional, except for the projection forward ofpresent-day mechanisms and gadgetry. It affords an immediate step,however, to associative indexing, the basic idea of which is aprovision whereby any item may be caused at will to select immediatelyand automatically another. This is the essential feature of thememex. The process of tying two items together is the importantthing. When the user is building a trail, he names it, inserts the name inhis code book, and taps it out on his keyboard. Before him are thetwo items to be joined, projected onto adjacent viewing positions. Atthe bottom of each there are a number of blank code spaces, and apointer is set to indicate one of these on each item. The user taps asingle key, and the items are permanently joined. In each code spaceappears the code word. Out of view, but also in the code space, isinserted a set of dots for photocell viewing; and on each item thesedots by their positions designate the index number of the other item. Thereafter, at any time, when one of these items is in view, the othercan be instantly recalled merely by tapping a button below thecorresponding code space. Moreover, when numerous items have beenthus joined together to form a trail, they can be reviewed in turn,rapidly or slowly, by deflecting a lever like that used for turningthe pages of a book. It is exactly as though the physical items hadbeen gathered together to form a new book. It is more than this, forany item can be joined into numerous trails. The owner of the memex, let us say, is interested in the origin andproperties of the bow and arrow. Specifically he is studying why theshort Turkish bow was apparently superior to the English long bow inthe skirmishes of the Crusades. He has dozens of possibly pertinentbooks and articles in his memex. First he runs through anencyclopedia, finds an interesting but sketchy article, leaves itprojected. Next, in a history, he finds another pertinent item, andties the two together. Thus he goes, building a trail of many items.Occasionally he inserts a comment of his own, either linking it intothe main trail or joining it by a side trail to a particular item.When it becomes evident that the elastic properties of availablematerials had a great deal to do with the bow, he branches off on aside trail which takes him through textbooks on elasticity and tablesof physical constants. He inserts a page of longhand analysis of hisown. Thus he builds a trail of his interest through the maze ofmaterials available to him. And his trails do not fade. Several years later, his talk with afriend turns to the queer ways in which a people resist innovations,even of vital interest. He has an example, in the fact that theoutranged Europeans still failed to adopt the Turkish bow. In fact hehas a trail on it. A touch brings up the code book. Tapping a fewkeys projects the head of the trail. A lever runs through it at will,stopping at interesting items, going off on side excursions. It is aninteresting trail, pertinent to the discussion. So he sets areproducer in action, photographs the whole trail out, and passes itto his friend for insertion in his own memex, there to be linked intothe more general trail. 8 Wholly new forms of encyclopedias will appear, ready-made with a meshof associative trails running through them, ready to be dropped intothe memex and there amplified. The lawyer has at his touch theassociated opinions and decisions of his whole experience, and of theexperience of friends and authorities. The patent attorney has oncall the millions of issued patents, with familiar trails to everypoint of his client's interest. The physician, puzzled by itspatient's reactions, strikes the trail established in studying anearlier similar case, and runs rapidly through analogous casehistories, with side references to the classics for the pertinentanatomy and histology. The chemist, struggling with the synthesis ofan organic compound, has all the chemical literature before him in hislaboratory, with trails following the analogies of compounds, and sidetrails to their physical and chemical behavior. The historian, with a vast chronological account of a people,parallels it with a skip trail which stops only at the salient items,and can follow at any time contemporary trails which lead him all overcivilization at a particular epoch. There is a new profession oftrail blazers, those who find delight in the task of establishinguseful trails through the enormous mass of the common record. Theinheritance from the master becomes, not only his additions to theworld's record, but for his disciples the entire scaffolding by whichthey were erected. Thus science may implement the ways in which man produces, stores, andconsults the record of the race. It might be striking to outline theinstrumentalities of the future more spectacularly, rather than tostick closely to the methods and elements now known and undergoingrapid development, as has been done here. Technical difficulties ofall sorts have been ignored, certainly, but also ignored are means asyet unknown which may come any day to accelerate technical progress asviolently as did the advent of the thermionic tube. In order that thepicture may not be too commonplace, by reason of sticking topresent-day patterns, it may be well to mention one such possibility,not to prophesy but merely to suggest, for prophecy based on extensionof the known has substance, while prophecy founded on the unknown isonly a doubly involved guess. All our steps in creating or absorbing material of the record proceedthrough one of the senses - the tactile when we touch keys, the oralwhen we speak or listen, the visual when we read. Is it not possiblethat some day the path may be established more directly? We know that when the eye sees, all the consequent information istransmitted to the brain by means of electrical vibrations in thechannel of the optic nerve. This is an exact analogy with theelectrical vibrations which occur in the cable of a television set:they convey the picture from the photocells which see it to the radiotransmitter from which it is broadcast. We know further that if wecan approach that cable with the proper instruments, we do not need totouch it; we can pick up those vibrations by electrical induction andthus discover and reproduce the scene which is being transmitted, justas a telephone wire may be tapped for its message. The impulses which flow in the arm nerves of a typist convey to herfingers the translated information which reaches her eye or ear, inorder that the fingers may be caused to strike the proper keys. Mightnot these currents be intercepted, either in the original form inwhich information is conveyed to the brain, or in the marvelouslymetamorphosed form in which they then proceed to the hand? By bone conduction we already introduce sounds into the nerve channelsof the deaf in order that they may hear. Is it not possible that wemay learn to introduce them without the present cumbersomeness offirst transforming electrical vibrations to mechanical ones, which thehuman mechanism promptly transforms back to the electrical form? Witha couple of electrodes on the skull the encephalograph now producespen-and-ink traces which bear some relation to the electricalphenomena going on in the brain itself. True, the record isunintelligible, except as it points out certain gross misfunctioningof the cerebral mechanism; but who would now place bounds on wheresuch a thing may lead? In the outside world, all forms of intelligence, whether of sound orsight, have been reduced to the form of varying currents in anelectric circuit in order that they may be transmitted. Inside thehuman frame exactly the same sort of process occurs. Must we alwaystransform to mechanical movements in order to proceed from oneelectrical phenomenon to another? It is a suggestive thought, but ithardly warrants prediction without losing touch with reality andimmediateness. Presumably man's spirit should be elevated if he can better review hisshady past and analyze more completely and objectively his presentproblems. He has built a civilization so complex that he needs tomechanize his record more fully if he is to push his experiment to itslogical conclusion and not merely become bogged down part way there byovertaxing his limited memory. His excursion may be more enjoyable ifhe can reacquire the privilege of forgetting the manifold things hedoes not need to have immediately at hand, with some assurance that hecan find them again if they prove important. The applications of science have built man a well-supplied house, andare teaching him to live healthily therein. They have enabled him tothrow masses of people against another with cruel weapons. They mayyet allow him truly to encompass the great record and to grow in thewisdom of race experience. He may perish in conflict before he learnsto wield that record for his true good. Yet, in the application ofscience to the needs and desires of man, it would seem to be asingularly unfortunate stage at which to terminate the process, or tolose hope as to the outcome.